Escultura Lina:

 

Marina Rodrigues lança o seu olhar sobre a cidade a partir da frase dita por Lina Bo Bardi: "Em uma cidade entulhada e ofendida, pode, de repente, surgir uma lasca de luz, um sopro de vento." E constrói assim, de forma modular e lúdica, sua visão sobre a re-construção do horizonte dado sua força, permanência e concretude, da mesma forma que permite uma leveza e suavidade através da escultura caixa.

 

Composta por uma caixa acrílica com gavetas e recortes de chapas resgatadas de ferro velho, um conceito retomado da série Identidade Paralela, em 2017, reassume através do upcycling, uma reflexão sobre o crescimento acelerado da cidade e o consumo de materiais deixados ao meio. Através dessa camadas e na liberdade de mobilidade, permite montar seu próprio horizonte em infinitas possibilidades, ressignificando a cidade com propósito de incluir na cidade entulhada e ofendida, uma lasca de luz, um sopro de vento.

Sculpture Lina:

 

Marina Rodrigues takes a look at the city based on the phrase said by Lina Bo Bardi: "In a crowded and offended city, a splinter of light, a breath of wind, may suddenly appear." And so he builds, in a modular and playful way, his vision of the re-construction of the horizon given its strength, permanence and concreteness, in the same way that it allows lightness and smoothness through the box sculpture.

 

Composed of an acrylic box with drawers and cutouts of salvaged old iron plates, a concept taken over from the Identity Parallel series, in 2017, resumes through upcycling, a reflection on the accelerated growth of the city and the consumption of materials left in the middle. Through these layers and freedom of mobility, it allows you to build your own horizon in infinite possibilities, giving a new meaning to the city with the purpose of including in the cluttered and offended city, a splinter of light, a blast of wind.

Escultura modular Lina 2021, obra única, acrílico, chapa de ferro, tinta fosfatizante e cola epoxi. 25cm x 25cm x 12cm.